"...E Clarisse está trancada no banheiroE faz marcas no seu corpo com seu pequeno caniveteDeitada no canto, seus tornozelos sangramE a dor é menor do que pareceQuando ela se corta ela se esqueceQue é impossível ter da vida calma e forçaViver em dor, o que ninguém entendeTentar ser forte a todo e cada amanhecer...Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistenteNada existe pra mim, não tenteVocê não sabe e não entendeE quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeitoClarisse sabe que a loucura está presenteE sente a essência estranha do que é a morteMas esse vazio ela conhece muito bemDe quando em quando é um novo tratamentoMas o mundo continua sempre o mesmo..."


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